Compacto Leila Silva de 1964

LEILA SILVA (Inezilda Nonato da Silva) 7/6/1935  Manaus, AM
Em 1950, seu pai, que era telegrafista, resolveu buscar uma cidade que oferecesse melhores condições de vida para os 10 filhos, transferindo-se então para a cidade de Santos, SP com a família. Estudou piano durante seis anos além de ter tido aulas de violão. Iniciou a carreira artística na cidade de Santos, SP, cantando na Rádio Atlântica acompanhada pelo pianistas Tico-Tico e Nestor. Cantou também na Rádio Clube de Santos, onde chegou a ter um programa exclusivo. Nessa época, ganhou o troféu do jornal “A Tribuna”, como melhor intérprete e foi coroada “Rainha dos Músicos”. Em 1959 foi contratada pelo selo Califórnia e estreou em discos cantando os sambas-canção “Resignação”, de Plínio Metropolo e “Mentira”, de Dênis Brean e Osvaldo Guilherme. Nessa época, por sugestão do compositor Dênis Brean adotou o nome artístico de Leila Silva. No mesmo ano, levada pelo compositor Diogo Mulero, o Palmeira, transferiu-se para a gravadora Chantecler e gravou o tango “Mar negro”, de Leo Rodi e Palmeira e o samba-canção “Irmã da saudade”, de Portinho e João Pacífico. Em 1960, gravou com orquestra com regência do maestro Guerra Peixe o tango “Tango triste”, de Osvaldo de Souza e Haroldo José e o samba-canção “Sarjeta”, de J. Luna e Clodoaldo Brito, o Codó. Nesse ano, fez sucesso com a balada “Perdão para dois”, de Palmeira e Alfredo Corleto, e com o samba “Não sabemos”, de Rubens Caruso, seus dois maiores destaques. Ainda no mesmo ano, lançou seu primeiro LP, “Perdão para dois”, com orquestras regidas por Élcio Alvarez e Guerra Peixe. Em 1961, gravou os sambas “Justiça de Deus”, de Normindo Alves e Ruth Amaral e “Nossa união”, de Vicente Clair; o tango “Promessa”, de W. White com versão de Teixeira Filho; o rock-balada “Adeus amor”, de Haroldo José e Eufrásio Boreli e o bolero “Na solidão do meu quarto”, de Rubens Machado. Ainda em 61, gravou pela Chantecler o LP “Quando a saudade apertar”. No ano seguinte, lançou ainda na Chantecler o bolero “Vai dar no mesmo”, de Edmundo Arias e Teixeira Filho; as baladas “Mais uma vez, adeus”, de G. Auric e D. Langdon, com versão de Teixeira Filho e “Meu amor pertence a outra”, com adaptação de Teixeira Filho sobre tema de Beethoven e, o samba “O que é que eu faço”, de Ribamar e Dolores Duran. Ainda em 1962, assinou contrato com a gravadora Continental embora ainda lançasse mais três discos pela Chantecler. Em seu disco de estréia na nova gravadora registrou a balada “Deus o mundo e você”, de Palmeira e Alvares Filho e o tango “Desespero”, de Umberto Silva, Luiz Mergulhão e Paulo Aguiar. Também em 1962, lançou pela Chantecler o LP “Quando Canta Leila Silva”. Em 1963, lançou a balada “Canção do fim”, de U. Mincci e R. Jaden com versão de Paulo Rogério e os sambas “Correio das estrelas”, de Dênis Brean e Osvaldo Guilherme; “Coração a coração”, de Arquimedes Messina e B. Barrela e “Não diga a ninguém”, de José Messias. Nesse ano, lançou seu último disco na Chantecler, o LP “Novamente Ela”. Em 1964, gravou pela Continental os sambas “Juca do Braz”; “Nó de porco” e “Joguei fora o brilhante”, de Haroldo José e Romeu Tonelo e “Favela do Vergueiro”, de K-Ximbinho e Laércio Flores. Ainda na década de 1960, apresentou um programa na TV Record de São Paulo que ficou no ar durante três anos. Gravou discos também pelas gravadoras RCA Victor, Continental, RGE, Copacabana e Warner. Teve discos lançados na Itália, França, Japão, México, Argentina, Paraguai e Uruguai. Recebeu inúmeros prêmios ao longo da carreira sendo detentora de quatro prêmios “Roquete Pinto”, cinco “Chico Viola” e cinco “Discos de Ouro”. Em Curitiba, PR, recebeu o prêmio “Pinheiro de Prata”. Foi cinco vezes premiada como “melhor cantora” pela Rádio Cultura. Foi coroada pela Revista do Rádio como “Rainha do samba”. Em 2001, apresentou-se no “Programa da Saudade na TV”, do cantor Francisco Petrônio no canal Rede Vida. Em 2002, o selo Revivendo lançou o CD “Leila Silva – o mais puro amor”, com 21 gravações suas incluindo antigos sucessos. Recebeu do compositor Palmeira o título de “A estrela de São Paulo”. Fonte: http://www.cantorasdobrasil.com.br

Este disco é um compacto de 1964.

Frente:

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Verso:

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Selo A:

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Selo B:

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Faixas:

Lado A:

Juca do Braz

Joguei fora o bilhete

Lado B:

Guarujá

Favela do vergueiro

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