“Desinformação” no mundo globalizado – origens da Internet

Viajando de Fortaleza para São Paulo, ontem pela Avianca, como sempre faço li a revista de bordo. Na seção “mundo digital” o artigo “E lá se foram 25 anos”. Transcrevo aqui parte deste:

 A internet completou 25 anos. Foi no dia 12 de março de 1989 que o cientista da computação britânico, Sir Tim Berners-Lee, de apenas 34 anos, colocou duas máquinas em rede e permitiu que uma ‘conversasse’com a outra, mudando para sempre a forma como as pessoas se comunicariam, deste dia em diante.  (Revista de bordo da AVIANCA, ano VII #46 , maio 2014, pg. 28 por Silvia Camargho)

Neste contexto farei algumas considerações:


No início da década de 60 a ARPA desenvolveu a transmissão de dados por pacotes e em 1969 a ARPANET (considerada o “pai” ou a “mãe” da Internet) inicia sua operação vindo a ser chamada de Internet pela primeira vez em 1970 por Vinton Gray Cerf.  Este e Robert Elliot Kahn trabalharam no desenvolvimento dos protocolos TCP/IP que são os pilares da rede mundial até hoje!!

A Sir Tim Berners-Lee, cabe a criação do WWW (world wide web) no ano de 1990, que sem sombra de dúvida é uma das maiores aplicações da Internet atual.


 

Resta aqui explicar o título deste post. Temos muitas (desin)informações hoje pela Internet e meios de comunicação diversos devido a grande evolução dos meios de comunicação e poder de processamento dos computadores. Cabe a cada um criticar a informação que é recebida antes de repassar como verdade. Esta responsabilidade torna-se maior quando a pessoa é responsável por artigos em revista e jornais.

Quando lemos algo em uma revista temos a ilusão que o jornalista ou colaborador teve um minimo trabalho de pesquisa e confirmação dos dados ali expostos.

Afinal de contas ele recebe proventos para esta tarefa e nós como clientes temos que cobrar matérias fiáveis e de qualidade.

Luiz Gonzaga – 1942 – RCA Victor: 34.929

78 rpm gravado por Luiz Gonzaga em 24 de abril de 1942 pela RCA Victor com o número 34.929. No lado A, a valsa “Saudades de Ouro Preto” e no lado B, o xamego “Pé de serra”. Luiz não cantou em seus discos até 1945, porque a gravadora achava que ele não tinha voz!! Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=x3MW1OxJHyE&feature=em-upload_owner.

Selo A:

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Selo B:

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Pedro Vargas – RCA Victor 45913

Pedro Cruz Vargas Mata (San Miguel de Allende, 29 de abril de 1906  — Cidade do México, 30 de outubro de 1989) foi um cantor e ator mexicano. Apesar de sua preparação operística, dedicou-se à música popular mexicana, tendo alcançando reconhecimento internacional. Como ator, fez parte da época de ouro do cinema mexicano.

Não sei o ano do disco. Tenho as músicas digitalizadas quem tiver interesse, postar nos comentários.

Selo A:

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Selo B:

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Compacto Leila Silva de 1964

LEILA SILVA (Inezilda Nonato da Silva) 7/6/1935  Manaus, AM
Em 1950, seu pai, que era telegrafista, resolveu buscar uma cidade que oferecesse melhores condições de vida para os 10 filhos, transferindo-se então para a cidade de Santos, SP com a família. Estudou piano durante seis anos além de ter tido aulas de violão. Iniciou a carreira artística na cidade de Santos, SP, cantando na Rádio Atlântica acompanhada pelo pianistas Tico-Tico e Nestor. Cantou também na Rádio Clube de Santos, onde chegou a ter um programa exclusivo. Nessa época, ganhou o troféu do jornal “A Tribuna”, como melhor intérprete e foi coroada “Rainha dos Músicos”. Em 1959 foi contratada pelo selo Califórnia e estreou em discos cantando os sambas-canção “Resignação”, de Plínio Metropolo e “Mentira”, de Dênis Brean e Osvaldo Guilherme. Nessa época, por sugestão do compositor Dênis Brean adotou o nome artístico de Leila Silva. No mesmo ano, levada pelo compositor Diogo Mulero, o Palmeira, transferiu-se para a gravadora Chantecler e gravou o tango “Mar negro”, de Leo Rodi e Palmeira e o samba-canção “Irmã da saudade”, de Portinho e João Pacífico. Em 1960, gravou com orquestra com regência do maestro Guerra Peixe o tango “Tango triste”, de Osvaldo de Souza e Haroldo José e o samba-canção “Sarjeta”, de J. Luna e Clodoaldo Brito, o Codó. Nesse ano, fez sucesso com a balada “Perdão para dois”, de Palmeira e Alfredo Corleto, e com o samba “Não sabemos”, de Rubens Caruso, seus dois maiores destaques. Ainda no mesmo ano, lançou seu primeiro LP, “Perdão para dois”, com orquestras regidas por Élcio Alvarez e Guerra Peixe. Em 1961, gravou os sambas “Justiça de Deus”, de Normindo Alves e Ruth Amaral e “Nossa união”, de Vicente Clair; o tango “Promessa”, de W. White com versão de Teixeira Filho; o rock-balada “Adeus amor”, de Haroldo José e Eufrásio Boreli e o bolero “Na solidão do meu quarto”, de Rubens Machado. Ainda em 61, gravou pela Chantecler o LP “Quando a saudade apertar”. No ano seguinte, lançou ainda na Chantecler o bolero “Vai dar no mesmo”, de Edmundo Arias e Teixeira Filho; as baladas “Mais uma vez, adeus”, de G. Auric e D. Langdon, com versão de Teixeira Filho e “Meu amor pertence a outra”, com adaptação de Teixeira Filho sobre tema de Beethoven e, o samba “O que é que eu faço”, de Ribamar e Dolores Duran. Ainda em 1962, assinou contrato com a gravadora Continental embora ainda lançasse mais três discos pela Chantecler. Em seu disco de estréia na nova gravadora registrou a balada “Deus o mundo e você”, de Palmeira e Alvares Filho e o tango “Desespero”, de Umberto Silva, Luiz Mergulhão e Paulo Aguiar. Também em 1962, lançou pela Chantecler o LP “Quando Canta Leila Silva”. Em 1963, lançou a balada “Canção do fim”, de U. Mincci e R. Jaden com versão de Paulo Rogério e os sambas “Correio das estrelas”, de Dênis Brean e Osvaldo Guilherme; “Coração a coração”, de Arquimedes Messina e B. Barrela e “Não diga a ninguém”, de José Messias. Nesse ano, lançou seu último disco na Chantecler, o LP “Novamente Ela”. Em 1964, gravou pela Continental os sambas “Juca do Braz”; “Nó de porco” e “Joguei fora o brilhante”, de Haroldo José e Romeu Tonelo e “Favela do Vergueiro”, de K-Ximbinho e Laércio Flores. Ainda na década de 1960, apresentou um programa na TV Record de São Paulo que ficou no ar durante três anos. Gravou discos também pelas gravadoras RCA Victor, Continental, RGE, Copacabana e Warner. Teve discos lançados na Itália, França, Japão, México, Argentina, Paraguai e Uruguai. Recebeu inúmeros prêmios ao longo da carreira sendo detentora de quatro prêmios “Roquete Pinto”, cinco “Chico Viola” e cinco “Discos de Ouro”. Em Curitiba, PR, recebeu o prêmio “Pinheiro de Prata”. Foi cinco vezes premiada como “melhor cantora” pela Rádio Cultura. Foi coroada pela Revista do Rádio como “Rainha do samba”. Em 2001, apresentou-se no “Programa da Saudade na TV”, do cantor Francisco Petrônio no canal Rede Vida. Em 2002, o selo Revivendo lançou o CD “Leila Silva – o mais puro amor”, com 21 gravações suas incluindo antigos sucessos. Recebeu do compositor Palmeira o título de “A estrela de São Paulo”. Fonte: http://www.cantorasdobrasil.com.br

Este disco é um compacto de 1964.

Frente:

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Verso:

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Selo A:

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Selo B:

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Faixas:

Lado A:

Juca do Braz

Joguei fora o bilhete

Lado B:

Guarujá

Favela do vergueiro

Problema com o griffith (plugin do imdb ) no ubuntu

Entusiasmado com o saucy salamander, nos primeiros dias de uso, tentei adicionar um filme na minha biblioteca e o griffith não abriu!!

O erro era o seguinte: “griffith crashed with ImportError in /usr/share/griffith/lib/db/validators.py: cannot import name InstrumentationManager”. Após perder um longo tempo vendo e revendo dependências etc etc., achei a solução no site https://bugs.launchpad.net.

Trata-se de uma incompatibilidade entre o validators.py e o sqlalchemy 0.8, lá mesmo temos uma versão do validators.py: http://svn.berlios.de/svnroot/repos/griffith/trunk/lib/db/validators.py.

É só baixar e atualizar no /usr/share/griffith/lib/db.

The end.

Verifique os comentários para atualizações sobre o assunto.

 

Inezita Barroso – Compacto Nº 3 – Copacabana 3339

Inezita Barroso, nome artistico de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 4 de março de 1925), é uma cantora, atriz, instrumentista, folclorista, professora, doutora Honoris Causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e apresentadora de rádio e televisão. Adotou o sobrenome Barroso ao se casar, em 1947, aos 22 anos, com o advogado cearense Adolfo Cabral Barroso. (Fonte – wikipedia).

Aqui segue um compacto da Copacabana, não tenho informações de data.

Capa:

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Verso:

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Lado A:

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Lado B:

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Faixas:

Lado A:

Balaio

Moda da pinga

Lado B:

Conversa de caçadô

Fiz a cama na varanda

Até a próxima!

Francisco Alves – 1950 – Odeon 13.036

Aqui começo uma série dedicada a Francisco Alves. Este é um disco de 1950 da Odeon.

No lado B temos “A estrada do bosque “, da original, La Strada Del Bosco, gravada por Gino Bechi e trilha sonora do filme “Fuga a due voci”, esta uma versão brasileira da autoria de Humberto Teixeira.

Selo A:

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Selo B:

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Lado A:

Boa noite amor – Valsa

Lado B:

A estrada do bosque – Fox

Décio Amorim – Compacto continental – 33-348

Décio Amorim(cantor e tocador de atabaque), nome artístico de Epaminondas de Souza, que integrou o Trio Nagô criado em Fortaleza e que teve sucesso nacional e internacional na década de 50.

Não tenho informações sobre este disco.

Quem tiver interesse nas músicas, favor relatar interesse nos comentários.

Selo A:

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Selo B:

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Faixas:

Lado A:

Vai sem adeus

Lado B:

Quem dá mais?